Under my thumb Pouco se sabe sobre o futuro. Quem nos dá uma oportunidade para saber cobra caro e exige imaginação. Sou um pessoa cética que acredita em destino. E sabendo do meu futuro, nao nego uma aventura, porque você sabe que depois de tanto tempo, só podemos nos conformar de certa forma com a nossa vida futura quando deixamos de sonhar. E se eu te disser que você ainda mora nos meus sonhos? Você é uma praga na minha alma, meu bem. Depois de 2 anos, consigo imaginar uma vida toda pela frente. Viajando em círculos da sua cabeça. Meu fim. Meu N.

Under my thumb

Pouco se sabe sobre o futuro. Quem nos dá uma oportunidade para saber cobra caro e exige imaginação. Sou um pessoa cética que acredita em destino. E sabendo do meu futuro, nao nego uma aventura, porque você sabe que depois de tanto tempo, só podemos nos conformar de certa forma com a nossa vida futura quando deixamos de sonhar. E se eu te disser que você ainda mora nos meus sonhos? Você é uma praga na minha alma, meu bem. Depois de 2 anos, consigo imaginar uma vida toda pela frente. Viajando em círculos da sua cabeça. Meu fim. Meu N.

L. I. B. E. R. D. A. D. E.

L. I. B. E. R. D. A. D. E.

““EXISTE O CERTO, O ERRADO E TODO O RESTO”. Esta é uma frase dita pelo ator Daniel Oliveira vivendo Cazuza, em conversa com o pai, numa cena que, a meu ver, resume o espírito do filme dirigido por Sandra Werneck e Walter Carvalho. Aliás, resume a vida. Certo e errado são convenções que se confirmam com meia dúzia de atitudes. Certo é ser gentil, respeitar os mais velhos, seguir uma dieta balanceada, dormir oito horas por dia, lembrar-se dos aniversários, trabalhar, estudar, casar-se e ter filhos, certo é morrer bem velho e com o dever cumprido. Errado é dar calote, rodar de ano, beber demais, fumar, se drogar, não programar um futuro decente, dar saltos sem rede. Todo mundo de acordo? Todo mundo teoricamente de acordo, porém a vida não é feita de teorias. E o resto? E tudo aquilo que a gente mal consegue verbalizar, de tão intenso? Desejos, impulsos, fantasias, emoções. Ora, meia dúzia de normas preestabelecidas não dão conta do recado. Impossível enquadrar o que lateja, o que arde, o que grita dentro de nós. Somos maduros e ao mesmo tempo infantis, por trás do nosso autocontrole há um desespero infernal. Possuímos uma criatividade insuspeita: inventamos músicas, amores e problemas, e somos curiosos, queremos espiar pelo buraco da fechadura do mundo para descobrir o que não nos contaram. Todo o resto. O amor é certo, o ódio é errado e o resto é uma montanha de outros sentimentos, uma solidão gigantesca, muita confusão, desassossego, saudades cortantes, necessidade de afeto e urgências sexuais que não se adaptam às regras do bom comportamento. Há bilhetes guardados no fundo das gavetas que contariam outra versão da nossa história, caso viessem a público. Todo o resto é o que nos assombra: as escolhas não feitas, os beijos não dados, as decisões não tomadas, os mandamentos a que não obedecemos, ou a que obedecemos bem demais — a troco de que fomos tão bonzinhos? Há o certo, o errado e aquilo que nos dá medo, que nos atrai, que nos sufoca, que nos entorpece. O certo é ser magro, bonito, rico e educado, o errado é ser gordo, feio, pobre e analfabeto, e o resto nada tem a ver com estes reducionismos: é nossa fome por idéias novas, é nosso rosto que se transforma com o tempo, são nossas cicatrizes de estimação, nossos erros e desilusões. Todo o resto é muito mais vasto. É nossa porra-louquice, nossa ausência de certezas, nossos silêncios inquisidores, a pureza e a inocência que se mantêm vivas dentro de nós mas que ninguém percebe, só porque crescemos. A maturidade é um álibi frágil. Seguimos com uma alma de criança que finge saber direitinho tudo o que deve ser feito, mas que no fundo entende muito pouco sobre as engrenagens do mundo. Todo o resto é tudo que ninguém aplaude e ninguém vaia, porque ninguém vê.”
As Agelenidae são Aranhas de tamanho pequeno a grande, sedentárias que constróem teias em tubo com zonas estendidas em “toalha”. A aranha caminha sempre sobre a teia e permanece geralmente dentro das zonas tubulares que se encontram mais abrigadas. O número de tubos, aberturas e tamanho das toalhas varia muito com as espécies. Possuem um par de pulmões lamelados e um sistema traqueal com uma abertura única na zona ventral posterior do abdómen. A carapaça tem as duas regiões bem distintas com a zona cefálica comprida e estreita e a zona torácica mais larga e aplanada. Os ocelos são em número de 8 distribuídos em duas linhas transversais de 4. Quelíceras robustas e dentadas e corpo coberto de pêlos.

As Agelenidae são Aranhas de tamanho pequeno a grande, sedentárias que constróem teias em tubo com zonas estendidas em “toalha”. A aranha caminha sempre sobre a teia e permanece geralmente dentro das zonas tubulares que se encontram mais abrigadas. O número de tubos, aberturas e tamanho das toalhas varia muito com as espécies. Possuem um par de pulmões lamelados e um sistema traqueal com uma abertura única na zona ventral posterior do abdómen. A carapaça tem as duas regiões bem distintas com a zona cefálica comprida e estreita e a zona torácica mais larga e aplanada. Os ocelos são em número de 8 distribuídos em duas linhas transversais de 4. Quelíceras robustas e dentadas e corpo coberto de pêlos.

Só tenho medo da falseta, Mas adoro a Julieta como adoro a Papai do Céu Quero seu amor, minha santinha Mas só não quero que me faça de bolinha de papel Tiro você do emprego, Dou-lhe amor e sossego, Vou ao banco e tiro tudo pra você gastar Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta Se você duvidar

Só tenho medo da falseta,
Mas adoro a Julieta como adoro a
Papai do Céu
Quero seu amor, minha santinha
Mas só não quero que me faça de bolinha de papel
Tiro você do emprego,
Dou-lhe amor e sossego,
Vou ao banco e tiro tudo pra você gastar
Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta
Se você duvidar

olhando a página em branco, é a primeira vez que eu sinto que preciso preenche-la mais do que ela já está

olhando a página em branco, é a primeira vez que eu sinto que preciso preenche-la

mais do que ela já está

um dos efeitos do medo é perturbar os sentimentos e fazer com que as coisas não pareçam o que são.

um dos efeitos do medo é perturbar os sentimentos e fazer com que as coisas não pareçam o que são.

Alimentamos a escuridão, a madrugada tem fome!!!!!!!!!!!

Alimentamos a escuridão, a madrugada tem fome!!!!!!!!!!!

o óbvio a gente já nasce sabendo 27/06/2008 hoje eu conclui uma verdade que sempre martelou minha cabeça: a gente só tem certeza que já amou quando perde o egoísmo (ou parte dele).

o óbvio a gente já nasce sabendo

27/06/2008

hoje eu conclui uma verdade que sempre martelou minha cabeça: a gente só tem certeza que já amou quando perde o egoísmo (ou parte dele).